segunda-feira, 25 de julho de 2011

Do sótão da memória...

Há muitos anos, era o (meu) mundo mais novo, um colega e amigo contou-me uma história que se tinha passado com a filhota dele, no infantário que frequentava.
Queixava-se ela que um coleguinha lhe batia. E ele, meio distraído durante a queixa, atirou-lhe: "Olha, bate-lhe tu também!".
A filha replicou: "Não, que ele é mais grande, e depois bate-me mais...". Reflectiu um pouco, e acrescentou: "Já sei, vou bater ao Zezinho, que é mais pequeno do que eu!".
O meu amigo ficou subitamente atento, e lá teve que explicar à filha que não era dessa forma que as coisas se passavam, porque o Zezinho não tinha culpa nenhuma que o outro menino lhe batesse, e por aí fora...

E por que será que ao pensar sobre o que vai acontecer ao meu subsídio de Natal me veio à memória esta história com mais de 30 anos? Ele há coisas...

2 comentários:

José Eduardo Lopes disse...

O mexilhão é que está sempre "lixado",caro João. Aos grandes não há quem os tosquie

luisa disse...

E quem é que vai conseguir explicar ao tal do corte no subsídio de Natal que a culpa não mora aqui?